Quanto custa o inventário?

Quando nossos entes queridos falecem, além de todas as preocupações que advém da morte, temos que nos atentar para a abertura do inventário.


Infelizmente o custo do inventário não é baixo, pois o Estado cobra taxas altíssimas de imposto e custas de cartório/processuais, além de diversas certidões indispensáveis ao processo.


No Distrito Federal o imposto , chamado do ITCMD é cobrado da seguinte maneira:


I - 4% sobre a parcela da base de cálculo que não exceda a R$ 1.000.000,00;

II - 5% sobre a parcela da base de cálculo que exceda R$ 1.000.000,00 até R$ 2.000.000,00;

III - 6% sobre a parcela da base de cálculo que exceda R$ 2.000.000,00.


Vale lembrar que os impostos só incidem sobre a herança, ou seja, a parte que o cônjuge sobrevivente tem direito por meação não é alvo do ITCMD.


Se o inventário não for aberto no prazo de 2 meses a contar do falecimento, será cobrada uma multa de 20% sobre o valor devido de imposto.


Caso a divisão seja feita por acordo entre os herdeiros e estes forem todos maiores e capazes, o inventário poderá ser processado diretamente no Cartório de Notas. A tabela de custas pode ser consultada através do site: https://www.tjdft.jus.br/informacoes/extrajudicial/consulta-a-tabela-de-custas.


O inventário judicial é mais barato, porém é menos célere.


Para todos os procedimentos a lei brasileira exige a participação de advogado. O valor dos honorários deverá ser combinado entre as partes, levando em consideração a complexidade de cada caso.



43 visualizações

© 2017 by Rios & Drummond 

  • Facebook Social Icon